Base Nacional Comum Curricular no Brasil: Regularidade na Dispersão

Érika Virgílio Rodrigues da Cunha, Alice Casimiro Lopes

Resumen


Neste artigo discutimos a produção de uma Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no Brasil por intermédio de um enfoque discursivo das políticas de currículo. Focamos documentos curriculares produzidos em nível federal e ações institucionais pró-base com o objetivo de problematizar a produção dessa política como uma simplificação mitificadora da educação.  Assumimos a noção derridiana de nome como um operador teórico-estratégico para pensar a BNCC. Defendemos que, sob tal nome, o privilégio do significante conhecimento se interpõe visando a excluir da política de currículo o adverso, o imprevisto, o diferir e o imponderável. Com as noções derridiana de texto, contexto interpretativo e disseminação, assinalamos a BNCC como uma regularidade na dispersão. Defendemos também que se essa regularidade interdita um “frente a frente” com um querer-dizer puro e simples de algo, também remete à instabilidade e a todo tipo de rearticulação hegemônica, inconsistência radical, mas não menos violenta em responder ao imponderável.


Palabras clave


Política de currículo; Base Nacional Comum Curricular; Disseminação; Nomeação

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ISSN 2473-4985